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terça-feira, 24 de setembro de 2013

7° ano: HAYSLOM posta sobre Período simples e Adjetivos

Período Simples
A frase apresenta, basicamente, dois elementos:sujeito e predicado (termos essenciais). Podem ocorrer ainda termos integrantes: complementos verbais (objeto direto e objeto indireto), complemento nominal e agente da passiva. E ainda os acessórios:adjuntos (adnominal e adverbial) e aposto. O vocativo é termo independente. Os predicativos (do sujeito e do objeto) não são enquadrados pela NGB em nenhum dos casos citados.endente.  

 Adjetivo
 é toda palavra que se refere a um substantivo indicando-lhe um atributo. Flexionam-se em gênero, número e grau.
Sua função gramatical pode ser comparada com a do advérbio em relação aos verbos, aos adjetivos e a outros advérbios.
Exemplos: borboleta branca
Da mesma forma que os substantivos, os adjetivos contribuem para a organização do mundo em que vivemos. Assim, distinguimos uma fruta azeda de uma doce, por exemplo. Eles também estão ligados a nossa forma de ver o mundo: o que pode ser bom para uns pode ser mau para outros.
nenhum dos casos citados.

Flexão de adjetivos
Os adjetivos podem sofrer três tipos de flexão: por gênero, por [[Número (gramática)|número e por grau.
Flexão de Gênero
Quanto a flexão de gênero, os adjetivos são divididos em dois tipos ou gêneros:
·         Adjetivos uniformes : Apresentam uma única forma para os dois gêneros (masculino e feminino). Exemplos: capaz, competente.
·         Adjetivos biformes : Apresentam duas formas para os dois gêneros (masculino e feminino). Exemplo: o homem burguês(masculino)/a mulher burguesa (feminino)
Para formar o feminino, os adjetivos levam a vogal -a no final do adjetivo e para formar o masculino eles levam a vogal -o no final do adjetivo. Exemplo: criativo (masculino)/criativa (feminino). Pode haver exceções, como no caso dos masculinos terminados em -eu, que podem fazer o feminino em -eia (europeu, européia).
Flexão de Número
O adjetivo flexiona-se no plural de acordo com as regras existentes para o substantivo.
·         Nos adjetivos compostos, como regra geral, só o último elemento vai para o plural. Exemplo: poemas herói-cômicos
Há exceção para o adjetivo surdo-mudo, que faz o plural surdos-mudos.
·         Não há variação de número nem de gênero para os seguintes casos:
·         adjetivos compostos com nome de cor + substantivo: olhos verde-mar
·         adjetivo azul-marinho: calças azul-marinho
·         locuções adjetivas formadas pela expressão cor + de + substantivo: chapéus cor-de-rosa
·         os substantivos empregados em função adjetivas quando está implícita a idéia de cor: sapatos cinza
Regras para flexão de número para adjetivos compostos
·         Nos adjetivos compostos, só o último elemento vai para o plural
Exemplos:
·         lente côncavo-convexas
·         Nos adjetivos cores, eles ficam invariáveis quando o último elemento for um substantivo
Exemplos:
·         papel azul-turquesa/papéis azul-turquesa;
·         olho verde-água / olhos verde-água
Flexão de Grau
A única flexão de grau propriamente dita dos adjetivos é entre o grau normal e o grau superlativo absoluto. Exemplos: atual - atualíssimo, negro - nigérrimo, fácil - facílimo. Algumas palavras ainda admitem o grau comparativo. Exemplos: grande - maior,pequeno - menor, bom - melhor (não confundir com o advérbio bem - melhor. Exemplo: Esse é bom, aquele é melhor ≠ Ele fez bem, você fez melhor).
Nos demais casos, o grau é indicado não por flexões, mas por advérbios. São distintos os seguintes graus:
·         Comparativo de igualdade: Usa-se para expressar que um ser tem um grau de igualdade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: tanto...quanto...assim como...tão...quanto...do mesmo jeito que..., e outras variações. Por exemplo: "Fulano é tão alegre quanto siclano".
·         Comparativo de superioridade: Usa-se para expressar que um ser tem um grau de superioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: mais...que ou mais...do que. Exemplo: "José é mais alegre que Pedro".
·         Comparativo de inferioridade: Usa-se para expressar que um ser tem um grau de inferioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: menos...que ou menos...do que. Exemplo: "José é menos alegre que Pedro".
·         Superlativo absoluto (analítico): Exprime um aumento de intensidade sobre o substantivo determinado pelo adjetivo, sem compará-lo com outros da mesma espécie. Exemplo: "José é muito alto".
·         Superlativo absoluto (sintético): É expresso com a participação de sufixos. O mais comum é –íssimo. Exemplo: “Trata-se de um artista originalíssimo”, “Seremos tolerantíssimos”.
·         Superlativo relativo de superioridade: Exprime uma vantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "Luan é o mais alto de todos".
·         Superlativo relativo de inferioridade: Exprime uma desvantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "José é o menos alto de todos".

Locução adjetiva
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5b/Edward_S._Curtis_Collection_People_008.jpg/220px-Edward_S._Curtis_Collection_People_008.jpg

Na foto, uma mãe e seu filho. A mãe possui um amor de mãe ou maternal por seu filho. A expressão de mãe é locução adjetiva, pois são duas palavras que possuem o valor de um adjetivo
Locução adjetiva é a reunião de duas ou mais palavras com função de adjetivo.3 Elas são usualmente formadas por:
·         uma preposição e um advérbio
·         uma preposição e um substantivo
Exemplos:
·         Conselho da mãe = Conselho materno
·         Dor de estômago = Dor gástrica
·         Período da tarde = Período vespertino
·         Conselho de pai = Conselho paterno
Adjetivos adverbializados
Adjetivos adverbializados são aqueles empregados com valor de advérbio e que por esta razão são invariáveis.
Exemplos:
·         Terminou rápido a tarefa. (Rapidamente)
·         Marcos foi direto ao chefe para conversar. (Diretamente)
Adjetivos em outros idiomas
Nas línguas germânicas, todos os adjetivos, obrigatoriamente, precedem o substantivo.
·         Em latim, a flexão de grau é sintética e inclui, para todos os adjetivos, o grau superlativo absoluto e o grau comparativo de superioridade.
·         Em inglês, a flexão de grau inclui o grau superlativo relativo e o grau comparativo de superioridade, apenas para substantivos de até duas sílabas. Para os demais substantivos, não existe flexão de grau.
·         Não há superlativo absoluto, sendo substituído pelo advérbio "very". Não há concordância de gênero nem de número.
·         Em alemão, os adjetivos se flexionam em gênero (masculino, feminino e neutro), número (singular e plural), grau (normal, comparativo e superlativo) e caso (nominativo, acusativo, genitivo e dativo).


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7° ANO: Bruno posta sobre os Pronomes:

PRONOMES PESSOAIS são termos que substituem ou acompanham o substantivo. Servem pararepresentar os nomes dos seres e determinar as pessoas do discurso, que são:
1ª pessoa…………a que fala
2ª pessoa…………com quem se fala
3ª pessoa…………de quem se fala
Eu aprecio tua  dedicação aos estudos. Será que ela aprecia também?
Os pronomes pessoais classificam-se em retos e oblíquos:
São pronomes retos, quando atuam como sujeito da oração.
Singular
Plural
Exemplo
1ª pessoa
eu
nós
Eu  estudo todos os dias.
2ª pessoa
tu
vós
Tu  também tens estudado?
3ª pessoa
ele/ela
eles/elas
Será que ela estuda também?
São pronomes oblíquos, quando atuam como complemento (objeto direto ou indireto).
Quanto à acentuação, classificam-se em oblíquos átonos (acompanham formas verbais) e oblíquos tônicos ( acompanhados de preposição):
Pronomes oblíquos átonos: me, te, o, a, lhe, se, nos, vos, os, as, lhes.
Desejo-te boa sorte…
Faça-me o favor…
Em verbos terminados em -r, -s ou -z, elimina-se a terminação e os pronomes o(s), a(s) se tornam lo(s), la(s).Em verbos terminados em -am, -em, -ão e -õe os pronomes se tornam no(s), na(s).
Pronomes oblíquos tônicos: mim, ti, ele, ela, si, nós, vós, eles, elas.
mim pouco importa o que dizem…
Os pronomes de tratamento tem a função de pronome pessoal e serve para designar as pessoas do discurso.
PRONOMES POSSESSIVOS – Indicam posse. Estabelece relação da pessoa do discurso com algo que lhe pertence.
Singular
Plural
1ª pessoa
meu(s), minha(s)
nosso(s), nossa(s)
2ª pessoa
teu(s), tua(s)
vosso(s), vossa(s)
3ª pessoa
seu(s), sua(s)
dele(s), dela(s)
PRONOMES DEMONSTRATIVOS – Indicam a posição de um ser ou objeto em relação às pessoas do discurso.
1ª pessoa este(s), esta(s), isto……………..se refere a algo que está perto da pessoa que fala.
2ª pessoa esse(s), essa(s), isso…………….se refere a algo que esta perto da pessoa que ouve.
3ª pessoa aquele(s), aquela(s), aquilo…se refere a algo distante de ambos.
Estes livros e essas apostilas devem ser guardadas naquela estante.
Estes – perto de quem fala
essas – perto de quem ouve
naquela – distante de ambos
PRONOMES INDEFINIDOS – São imprecisos, vagos. Se referem à 3ª pessoa do discurso.
Podem ser variáveis (se flexionando em gênero e número) ou invariáveis.
São formas variáveis: algum(s), alguma(s), nenhum(s),nenhuma(s), todo(s), toda(s), muito(s), muita(s), pouco(s), pouca(s), tanto(s), tanta(s), certo(s), certa(s), vário(s), vária(s), outro(s), outra(s), certo(s), certa(s), quanto(s), quanta(s), tal, tais, qual, quais, qualquer, quaisquer…
São formas invariáveis: quem, alguém, ninguém, outrem, cada, algo, tudo, nada..
Algumas pessoas estudam diariamente. Ninguém estuda diariamente.
PRONOMES INTERROGATIVOS – São empregados para formular perguntas diretas ou indiretas. Podem ser variáveis ou invariáveis.
Variáveis: qual, quais, quanto(s), quanta(s).
Invariáveis: que, onde, quem…
Quantos de vocês estudam diariamente? Quem de vocês estuda diariamente?
PRONOMES RELATIVOS – São os que relacionam uma oração a um substantivo que representa. Também se classificam em variáveis e invariáveis.
Variáveis: o(a) qual, os(as) quais, quanto(s), quanta(s), cujo(s), cuja(s).
Invariáveis:que, quem, onde.
Conseguiu o emprego que tanto queria.

7° ano Bruno posta sobre: PERÍODO COMPOSTO

Período Composto
Quando uma declaração/ enunciado, contém duas ou mais orações, este enunciado é chamado de PERÍODO COMPOSTO.Há dois tipos de período composto:
1. PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO
Como o nome já diz, um período composto por coordenação é formado por duas ou mais orações coordenadas, ou seja, que não possuem nenhum tipo de dependência uma das outras.
Exemplo:
Corram depressa e saiam pela direita!
Ele sabia a verdade mas ela negou tudo.
2. PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO
Este tipo de período é formado por uma oração principal que é complementada com uma ou mais orações subordinadas. Estas orações poderão exercer a função de sujeito, complemento nominal, adjunto adverbial, adjunto adnominal, etc, dentro da estrutura da oração principal.
Exemplo:
A polícia sabia que havia pessoas no prédio.
Quando eu voltar, farei o jantar.
Há também casos em que um mesmo período é composto por COORDENAÇÃO E SUBORDINAÇÃO.
Neste caso, o período possui dois tipos de relação: subordinação e coordenação. No caso abaixo, há uma oração principal, que possui duas orações subordinadas a ela, e estas duas orações são coordenadas entre si.
Observe:É bom que ela venha amanhã e traga os livros.

7ª SÉRIE PUBLICA SOBRE VOZ REFLEXIVA

Voz Reflexiva
Quando algo ou alguém pratica e recebe ao mesmo tempo a ação verbal
Um caso particular da voz ativa é a voz reflexiva, onde o objeto direto é um pronome oblíquo reflexivo ("me", "te", "se", "nos" ou "vos"), que se refere ao próprio sujeito. Por exemplo, na oração "eu e José nos preparamos", o sujeito "eu e José" e o objeto "nos" representam a mesma entidade (composta de duas pessoas), que tanto efetua quanto sofre a ação do verbo "preparar".
Mais especificamente, na voz reflexiva recíproca, o sujeito é composto, e cada um dos seus elementos componentes aplica a ação descrita pelo verbo nos demais, em vez de em si próprio. Este é o caso, por exemplo, nas frases "Anakin e Padme se abraçaram", e "nós nos veremos na escola".
Uma construção superficialmente similar à voz reflexiva, mas com sentido bem diferente, usa como predicado um verbo simples intransitivo na terceira pessoa do singular, com sujeito oculto, e o pronome oblíquo "se" na função aparente de objeto direto; por exemplo, na frase "vive-se bem aqui". Neste tipo de oração, a palavra "se" não tem função reflexiva mas indica na verdade que o sujeito é genérico, "uma pessoa geralmente vive bem aqui". e é isto ai uma pessoa geralmente vive bem